BAILE MUDERNO
9 de Dezembro de 2008JAMPRAIA
2 de Dezembro de 2008Galera é com muita tristeza que a Banda EMBOSCADA vem aqui dizer pra vocês, que não vamos poder organizar mais festas no Bar da Praia (poço). Infelizmente algum vizinho se incomodou com o “barulho” e como já era esperado: A festa não vai rolar mais, naquele local.Porém, como bons Brasileiros e Paraibanos arretados ….Não desistiremos nunca!!!! Encontramos um local provisório onde vai rolar dia 05/12 (sexta) como de costume.. a nossa festa “JAMPRAIA”.com a participação da Banda :LIRIOS DO GUETO! Contamos com a presença de vocês!!!
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SHIKO….shoyo, posca, caneta e flores!!!
25 de Novembro de 2008pra que serve mesmo o shoyo??! heim?!
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| De shiko |
SHIKO…SAKURA?!!shoyo, posca, caneta e respingos
25 de Novembro de 2008shoyo, posca, caneta e respingos
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| De shiko |
Fela Kuti
18 de Novembro de 2008a história das coisas!
12 de Novembro de 2008Marcelinho da Lua e Ultramen
3 de Novembro de 2008“Ela Partiu”, música de Tim Maia. Mas essa versão tb ficou muito massa!
Árido Movie!!!
22 de Outubro de 2008ei muito engraçado!!!Selton Mello, muito bom cara!!assistam esse filme!!!
“Nos últimos anos, o cinema pernambucano com certeza é um dos que mais cresceram no país. Lírio Ferreira, Marcelo Gomes e Cláudio Assis são uns dos principais nomes deste estado. Lírio já havia se consagrado com um filme sobre o nordeste, Baile Perfumado (1997) que conta a história de Lampião e seus cangaceiros, sob as câmeras de um cinegrafista turco. Porém, em seu mais novo filme, o diretor optou por visões mais pessoais e estereotipadas, de forma muito parecida com outra fita recente aqui produzida, Abril Despedaçado, de Walter Salles. Ambos os filmes retratam a rivalidade entre famílias, a vingança propriamente dita. No entanto o filme do cineasta pernambucano prefere uma narrativa mais pessoal e arrojada, deixando claro sua modernidade. ”
Já nos créditos iniciais, o filme conta com uma visão panorâmica sobre o mar indo ao encontro de uma praia, e ao fundo uma música soando “o sertão vai virar mar, e o mar vai virar sertão”, retratando toda uma simbologia nostálgica de uma das melhores safras do cinema nacional. Talvez com esta frase, o diretor queira mostrar ao público suas influências e consciência sobre o que está por vir. Além desta cena, outro ponto crucial, influenciado pelo diretor de Deus e o Diabo na Terra do Sol, é o nome da cidade em que é ambientado o filme: “Rocha”, justamente por causa de Glauber.
Adão ou somos todos filhos da terra
21 de Outubro de 2008The Hypnotic Brass Ensemble
17 de Outubro de 2008Seu Cosme conspira e traz DizMaia a João Pessoa
17 de Outubro de 2008|
Na sexta-feira 31, o centro histórico de João Pessoa será cenário de um momento de saudosismo e confraternização. Às vésperas do dia de finados, a banda pernambucana DizMaia se apresentará na InToca tocando os clássicos de um dos maiores ícones da música brasileira, Tim Maia. A banda, que surgiu no início de 2007, esteve em João Pessoa em novembro do mesmo ano no projeto “Recife é o Canal”. A proposta de Seu Cosme, equipe de produção que ensaiou parceria no evento chamado “AGOSTOPRATUDO”, é promover uma vez por mês alternativas para a noite pessoense. A idéia é, sempre que possível, aproximar a cena musical paraibana da de estados vizinhos, buscando diversificar o repertório de atrações na cidade. Aos Vivos, nome escolhido para a grande festa, promete imortalizar a noite na lembrança de quem comparecer, e conta ainda com os shows da melhor banda de reggae autoral da cidade, a Emboscada NewReggae e do irreverente Sacal, com discotecagem do DJ Guirraiz. Os ingressos custarão R$5 até meia-noite e R$7 após esse horário. O café da manhã está incluso no pacote e se tornará marca registrada dos eventos promovidos por Seu Cosme. Para esse, só não vai quem já morreu! Por Natália Sá |
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JAMPRAIA - Aniversário de Carú!!
2 de Setembro de 2008
Dacal - Caos Roots Controle
1 de Agosto de 2008
“Poesia urbana e espiritual, que transcende o reggae e mistura elementos do roots, dub e ragga. Está é a fórmula do “Caos Roots Controle”, primeiro trabalho da niteroiense Dacal, pela gravadora independente Tomba Records. Dacal, no palco, se mantém numa atmosfera diferente do cd, com muitos tremores vindos dos sub-graves que se misturam à uma sutil feminilidade. Ela recebeu méritos de Maurício Nava (QIX Internacional) dizendo que é a “revelação feminina no reggae nacional”.




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